Empresários de diversos setores tem demonstrado uma preocupação comum:
falta de disponibilidade, custo subindo, dificuldade de previsibilidade entre outros…no transporte de suas mercadorias.
Não por acaso, pesquisas divulgadas pela Platform Science e análises publicadas na Mundo Logística mostram que muitas empresas estão retomando ou ampliando frota própria para ganhar mais controle da operação.
E estrategicamente, faz sentido.
Mas tem um detalhe que não pode ficar em segundo plano:
Quando a empresa internaliza o transporte, ela deixa de contar com as apólices obrigatórias das transportadoras:
- RCTR-C;
- RC-DC;
- RC-V;
E mesmo quando terceiriza, essas coberturas são limitadas e protegem a responsabilidade civil do transportador apenas e não diretamente o dono da carga.
Ou seja: aumenta o controle da operação… mas o risco continua existindo … e sinistro não avisa.
Se a empresa está assumindo mais protagonismo logístico, precisa assumir também o protagonismo na gestão do risco.
Seguro de transporte em nome do embarcador, proprietário das mercadorias, não é custo extra … é proteção do caixa.